segunda-feira, 21 de novembro de 2011
sábado, 12 de novembro de 2011
SÓ FLUTUAR
Como se houvesse alguma maneira , eu fujo, corro
pronde finjo segurança.
Como se em mim coubesse, um anjo..sobrevoa, suas mãos em mim, só transparece...
Não, não ha razão, não ha perdão quando se diz não... enfim
só digas a mim, me queira no fim, e se deite sobre mim
Quando gritas em apelo, corre em mim o desespero, sem nunca ter tempo pra sorrir
Por trás da lua o segredo, e eu aqui apartando teus medos, e você deitando entre meus rins
Amando, querendo Odiar! Sem entender e aceitar... sem repouso só flutuar ~
pronde finjo segurança.
Como se em mim coubesse, um anjo..sobrevoa, suas mãos em mim, só transparece...
Não, não ha razão, não ha perdão quando se diz não... enfim
só digas a mim, me queira no fim, e se deite sobre mim
Quando gritas em apelo, corre em mim o desespero, sem nunca ter tempo pra sorrir
Por trás da lua o segredo, e eu aqui apartando teus medos, e você deitando entre meus rins
Amando, querendo Odiar! Sem entender e aceitar... sem repouso só flutuar ~
em debandada
Como se houvesse alguma maneira de escapar...
eu corro tentando buscar,
fujo querendo encontrar ...
eu amo querendo odiar .
Naina Magalhães
eu corro tentando buscar,
fujo querendo encontrar ...
eu amo querendo odiar .
Naina Magalhães
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
Instantâneo
Quando tanto faz
e tanto fez
e simplesmente nada parece
e nada acontece
sendo vago e pulsante
triste e odiante
quando se grita por dentro
mantendo o silencio do desespero
e algo te aperta.. te solta te livra.. e vc cai das montanhas e nao encherga o chão
quando se sente uma bolha do sabão em uma ventania
a qualquer momento eu me evaporo, e novamente repito as circunstancias inevitavelmente conduzidas por mim mesma.
e tanto fez
e simplesmente nada parece
e nada acontece
sendo vago e pulsante
triste e odiante
quando se grita por dentro
mantendo o silencio do desespero
e algo te aperta.. te solta te livra.. e vc cai das montanhas e nao encherga o chão
quando se sente uma bolha do sabão em uma ventania
a qualquer momento eu me evaporo, e novamente repito as circunstancias inevitavelmente conduzidas por mim mesma.
quarta-feira, 2 de novembro de 2011
Versos Violão & Vinho: Deze7 Anos,...Já faz quase 17 anos...quanto...
Versos Violão & Vinho:
Deze7 Anos
,...Já faz quase 17 anos...quanto...: Deze 7 Anos ,... Já faz quase 17 anos...quantos Invernos ainda vão passar por mim? Vivi poucas primaveras...apenas dezessete Ah!...
Deze7 Anos
,...Já faz quase 17 anos...quanto...: Deze 7 Anos ,... Já faz quase 17 anos...quantos Invernos ainda vão passar por mim? Vivi poucas primaveras...apenas dezessete Ah!...
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