sábado, 12 de junho de 2010




Meu Jardim




Estava sob a mesa (a mesa velha )
o velho papel

Empoeirado esquecido ( eu deixei que o céu )
se tornasse meu chão




Chão que nele andei (buscando a felicidade)

e de repente um susto (encontrei a eternidade)

num carinho teu...




Vi no seus olhos, uma vida de segredos

se abrindo para mim

E sorri, pruma vida de brinquedo

onde não medo e o ter que se partir



E senti, uma brisa leve forte

percebi... ter saudade é ter-se a sorte

de um dia ser feliz...



Sofri as quatro estações no meu jardim...

jardim meu

que te dei...
pra cuidar de mim

Instinto


O tempo todo tenho medo;

mas sinto que tenho pouco tempo

procuro não fazer segredos

para não criarem de mim,

uma falsa imagem


Na verdade sou eu versos eu!

uma luta estratégica que parece não ter fim...

Eu me resgato do alto

me empurro para baixo

e ainda não sei quem é culpada em mim


Tudo isso me apressa

e me deixa lenta

é como se o fermento me acalmasse, amenizasse toda fúria

e paz dentro de mim


E eu mesma me pergunto:

-Quando isso vai ter fim?

Eu ignoro os avisos, e muitas vezes sigo os instintos confusos dentro de mim.

Zero Possibilidade




Cobram de mim...


do que estou sendo, e do que fui


Esperam de mim


mais do que sou, ou poderei ser




Por que isso? Pra quê me pressionar?


se querem outra;


substitui meu lugar...




Digo que não ligo e não me importo


porem são minhas opções


de acordo com seus desejos




Não possibilidade


a mínima possibilidade

de Recomeçar...

de voltar a estaca zero...

e pra só você me Recriar...


Tenho Milhoes de Coisas para dizer...






Jamais!

Muitas Vezes Não


Eu fui voltei...

parei e refleti.

Fui algo de bom...

e fui ruim


Já signifiquei algo pra alguém

sendo indecifravel assim...

me olharam, e muitas vezes

deixaram de me olhar


Eu já fui base pra muitas pessoas

mas muitas vezes, me despenquei ao chão


Já disse as palavras certas, mas muitas vezes não

ou em outras situações, nem disse nada.

Me calei, quando queriam entender

e muitas vezes errei, não compreendendo o que queriam dizer...


Tive momentos completos e felizes...

mas muitas vezes não.

terça-feira, 1 de junho de 2010


Um acontecimento há um milhão de motivos...

...e para um milhão de acontecimentos; parece que não

mas tem somente Um motivo:

-Você!

Hora Ora!


Hora me divirto

ora me desgraço

ora sou bem vinda

Outra hora não lhe agrado...

o que quer de mim?

Ora Hora?

Não sou chato...

tento ser.

Acredito que seja um dom...

ter um pouco dessa vaidade!

É escuro, e não me importo

me sinto a vontade em meio aos reboques e trotes...

Dance comigo...na noite sob a lua

Seja comigo..um par, ou dois numa só canção

Feche os olhos... e esqueça o frio la fora

Dance comigo na varanda,

a musica agora não tem importância

Cada um cria em si agora uma própria melodia...

(Qual musica estou dançando?)

A liberdade dos versos soltos, é que nos causa Nostalgia (palavra estranha!)

Saudade das coisas simples...Dance comigo,

lembre-se da época em que não havia discos...

Dance e ignore os riscos



Deze7 Anos




,... faz quase 17 anos...quantos Invernos ainda vão passar por mim?


Vivi poucas primaveras...apenas dezessete

Ah! quem me dera saber voar;
ou parar o tempo, congelar
aquele momento em que descobri
a eternidade do Amor...

Dezessete anos esperei, parece pouco
mas são por enquanto, toda a minha vida!
Tudo o que tenho!
Eu sou capaz,sei que sou.
de ser mais que algumas datas
simples datas curtas
Deze7 anos... UFA'...não acredito que estou conseguindo,